Top 10 artilheiros na história da seleção nacional de futebol da Argentina

O futebol para a Argentina não é apenas um esporte, mas uma verdadeira paixão, uma parte da alma nacional. Cada gol marcado com a camisa "albiceleste" é percebido aqui como um pequeno milagre, e os atacantes são amados com um amor especial e fervoroso — porque são eles que proporcionam aos fãs aqueles momentos pelos quais milhões de pessoas se congelam diante das telas.
Neste artigo, reunimos uma dúzia de jogadores que mais marcaram pela seleção argentina — e cada um deles tem sua própria história.
1º lugar — Lionel Messi (ainda em atividade)
Partidas pela seleção: 206.
Gols: 125.
Média de gols por partida: 0.61.
Lionel Messi detém o recorde absoluto da seleção argentina em termos de gols e partidas. Sim, tudo começou de uma maneira não muito boa. Os anos passaram, e os fãs ainda esperavam por aqueles grandes títulos de Leo com a camisa da seleção. E depois de 2020, eles finalmente conseguiram. Messi liderou a equipe para as vitórias em dois torneios da Copa América, na Finalissima, e, claro, na Copa do Mundo de 2022, onde foi nomeado o melhor jogador do torneio. Agora ele está levando a Argentina para a segunda Copa do Mundo. E se Messi e companhia conseguirem lidar com a poderosa equipe espanhola na final, o debate sobre o maior jogador da história pode ser encerrado.
2º lugar — Gabriel Batistuta (aposentado)
Partidas pela seleção: 78.
Gols: 55.
Média de gols por partida: 0.71.
Gabriel Batistuta, conhecido pelo apelido "Batigol", foi a principal arma da Argentina nos anos 90. Ele se destacou pela sua eficiência fenomenal e capacidade de marcar nas situações mais difíceis. Batistuta marcou em três Copas do Mundo consecutivas (1994, 1998, 2002). Ele era o líder do ataque e o jogador em quem sempre se podia confiar em um momento crítico. A imagem de Batistuta ainda está associada à força e pressão clássicas de um atacante argentino.
3º lugar — Sergio Agüero (aposentado)
Partidas pela seleção: 101.
Gols: 41.
Média de gols por partida: 0.41.
Sergio Agüero combinou velocidade, técnica e instinto de gol, o que o tornou um dos atacantes mais perigosos de sua geração. Ele marcava regularmente em partidas-chave, incluindo jogos da Copa América e eliminatórias. Agüero não era apenas eficiente, mas também um jogador de equipe, capaz de jogar em diferentes posições no ataque. Sim, devido a problemas de saúde, ele teve que se aposentar antes da vitoriosa Copa do Mundo de 2022. No entanto, ele fez parte daquela equipe campeã da Argentina do ponto de vista mental.
4º lugar — Lautaro Martínez (ainda em atividade)
Partidas pela seleção nacional: 84.
Gols: 40.
Produtividade média por partida: 0.48.
Martinez é a principal força ofensiva da nova geração da seleção nacional. Lautaro é conhecido pela sua tenacidade, habilidade para se agarrar a bolas difíceis e realizar uma quantidade colossal de trabalho sujo na pressão. Lautaro marcou regularmente gols cruciais, incluindo nos torneios da Copa América que venceu. Apesar das críticas, é difícil imaginar que sem o atacante do Inter, a equipe de Lionel Scaloni teria sido capaz de vencer todos os torneios internacionais de 2021 a 2024.
5º lugar — Hernan Crespo (aposentado)
Partidas pela seleção nacional: 64.
Gols: 35.
Produtividade média por partida: 0.55.
Hernan Crespo era conhecido por sua habilidade de estar no lugar certo na hora certa e finalizar ataques com alta eficiência. Ele jogou pela seleção nacional durante um período de forte competição e ainda assim permaneceu como um dos principais artilheiros. Crespo marcou em partidas contra as principais equipes e muitas vezes salvou a equipe em situações difíceis. Sua versatilidade permitiu aos treinadores utilizá-lo em diferentes esquemas, e seus gols muitas vezes se tornaram decisivos.
6º lugar — Diego Maradona (aposentado)
Partidas pela seleção nacional: 90.
Gols: 33.
Produtividade média por partida: 0.37.
É difícil falar sobre Maradona em números secos. Sua contribuição para a seleção nacional é medida não apenas em gols, mas nas emoções que ele proporcionou. Seus dois gols lendários contra a Inglaterra na Copa do Mundo de 1986 ainda são analisados quadro a quadro, mas o mais importante é que ele foi capaz de tornar o impossível possível. Quando parecia que a partida já estava perdida, Maradona acionava seu modo especial e puxava a equipe literalmente sozinho. Ele não apenas marcava - ele incendiava a crença em seus companheiros de equipe de que eles poderiam vencer até mesmo os mais fortes. E ele venceu.
7º lugar — Gonzalo Higuain (aposentado)
Partidas pela seleção nacional: 75.
Gols: 31.
Produtividade média por partida: 0.41.
Gonzalo Higuain foi um atacante consistente e produtivo que marcou regularmente pela seleção nacional ao longo de muitos anos. Ele era conhecido por sua habilidade de jogar na área de penalidade e finalizar ataques após cruzamentos e chutes. Sim, ele não estava destinado a ganhar grandes títulos com a camisa da seleção nacional. Mas, apesar da pressão e das críticas, Gonzalo permaneceu um elo importante no ataque e contribuiu para os sucessos da equipe.
8º lugar — Angel Di Maria (ainda em atividade)
Partidas pela seleção nacional: 145.
Gols: 31.
Produtividade média por partida: 0.21.
Angel Di Maria é aquele jogador sobre o qual dizem na Argentina: "Ele não marca sempre, mas quando marca, muda tudo". Ele não tem as estatísticas de gols mais impressionantes, mas em sua coleção estão aqueles gols que ficam gravados na memória para sempre. Como, por exemplo, o gol na final da Copa América 2021: a tensão pairava no ar como se pudesse ser tocada, e Angel a dissipou com um chute preciso. Ou na final da Copa do Mundo de 2022 contra a França (uma das combinações mais bonitas daquele torneio). Sim, devido à sua idade, Angel já encerrou sua carreira na seleção nacional. Embora haja a sensação de que na Copa do Mundo de 2026, o veterano ainda poderia ter causado impacto.
9º lugar — Leopoldo Luque (aposentado)
Partidas pela seleção nacional: 41.
Gols: 21.
Efetividade média por partida: 0.51.
Luque era um atacante que não buscava ser o centro das atenções, mas foram seus gols que ajudaram a Argentina a avançar. Na Copa do Mundo de 1978, ele não chamou a atenção para si, mas fez seu trabalho com confiança: lutou, se abriu, marcou. Naquela equipe, ele não era uma estrela, mas um suporte - e às vezes esse papel acaba sendo o mais importante. Seus gols eram simples, operários, mas foram eles que somaram às vitórias que o país ainda lembra.
10º lugar — Daniel Passarella (aposentado)
Partidas pela seleção nacional: 65.
Gols: 21.
Efetividade média por partida: 0.32.
Passarella é um exemplo único de um defensor que entrou na lista dos maiores artilheiros da Argentina. Apesar de sua posição defensiva, ele regularmente se juntava aos ataques e executava habilmente as jogadas de bola parada - especialmente pênaltis e faltas. Passarella foi o capitão da seleção nacional na vitoriosa Copa do Mundo de 1978. E, sem dúvida, ele é um dos jogadores mais respeitados em sua terra natal.
FAQ
Quem é o artilheiro da história da seleção argentina e quantos gols ele marcou?
Lionel Messi é o artilheiro da seleção argentina. Ele marcou 125 gols.
Quem entre os top 10 tem a maior eficiência média (gols por partida)?
Gabriel Batistuta: 55 gols em 78 partidas - isso é aproximadamente 0,71 gols por jogo.
Algum dos jogadores atuais pode superar Messi neste ranking?
No momento, isso é altamente improvável: Messi tem uma vantagem significativa sobre seus perseguidores.


